Aqui você encontra atendimento individual em Ayurveda, feito por quem vive o que ensina, plantando, colhendo e aprendendo com a terra o que também vale para o corpo.
O estilo de vida AYURVÉDICO é fundamentado em um sistema holístico que envolve corpo, mente e espírito. A manutenção do equilíbrio se dá através da coordenação de sua natureza básica com fatores externos tais como local, época do ano, alimentação, comportamento, atitudes mentais etc.
Ayurveda nos inspira a viver em harmonia com as leis da natureza. Para isso devemos cuidar não apenas de nós mesmos, mas também da nossa mãe natureza adotando práticas sustentáveis e que promovam vida e bem-estar para todos os seres.
“O homem somente terá saúde se os alimentos possuírem energia vital. Os alimentos somente possuem energia vital se as plantas forem saudáveis. As plantas somente serão saudáveis se o solo for saudável.”
Ana Pimavesi
"Desenvolvimento sustentável significa suprir as necessidades do presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprirem as próprias necessidades." Gro Harlem Brundtland
Aqui, saúde e natureza caminham juntas: reflexões nascidas da vivência no campo e da prática da Ayurveda.
Você não vai me encontrar no Instagram. Não é falta de tempo, é escolha.
Prefiro estar inteira num único lugar a estar espalhada em fragmentos de feed. A mesma atenção que dedico à terra, dedico a cada atendimento: devagar, sem pressa de alcançar muita gente.
Se você também sente falta desse tipo de silêncio, talvez a gente combine.
Atendimento individual em Ayurveda, online, com uma agricultora que vive o que pratica.
O que trago para cada atendimento não vem só dos livros. Vivo integrada à natureza, cultivo a terra e pratico o que estudo há mais de uma década. Isso muda o que consigo enxergar em você.
A Ayurveda não funciona como uma lista de regras. Funciona quando você começa a perceber seus próprios padrões, o que te equilibra, o que te desestabiliza. É isso que buscamos juntos.
Para mim, a saúde de quem come não está separada da saúde do que é cultivado. A visão que trago une ayurveda e agroecologia porque, na prática, elas falam da mesma coisa.
Uma conversa raramente é suficiente. Por isso o atendimento inclui três encontros de acompanhamento, para ajustar o que for necessário enquanto você trilha o caminho.
Quando o que sentimos no corpo começa a não caber no dia a dia, talvez seja hora de perguntar o que ele está tentando comunicar.
Um caminho conversado, em três etapas.
Você preenche um formulário sobre estilo de vida e queixa principal.
Nosso primeiro encontro, pelo Google Meet, aprofundando o que veio no formulário.
A cada 15 dias, encontros curtos de 15 a 30 minutos para ajustes.
Na página Atendimento você encontra todos os detalhes: como funciona cada etapa, o que está incluso e os valores.
Ayurveda não é um método rápido, é um caminho. E ele começa com uma conversa.
Se algo aqui ressoou, pode ser que seja hora de conversarmos.

Agricultora, terapeuta Ayurveda formada pela Escola Yoga Brahma Vidyalaya, onde também cursa Kayachikitsa (a clínica ayurvédica). Gestora Ambiental, praticante de Iyengar Yoga e meditadora.
Vive na roça, cultiva a terra e trata esses saberes como inseparáveis.
Três temas que se cruzam no meu dia a dia. Clique para assistir.



Não. Todos os encontros acontecem online, pelo Google Meet — a distância nunca foi problema por aqui.
Não substitui. O que fazemos caminha junto com o que você já faz com seu médico. Nada aqui pede que você abandone um tratamento.
Depende do seu corpo e da sua rotina. O acompanhamento dura cerca de dois meses porque mudar hábito pede tempo, não pressa.
Não. A prioridade é o que já existe na sua casa e perto de você: alimentos da estação, temperos comuns e plantas fáceis de encontrar ou de cultivar. Só sugiro algo diferente disso quando faz real diferença para o seu caso.
Você recebe por escrito as orientações que combinamos: ajustes de alimentação, de rotina e práticas simples, no ritmo que cabe na sua vida. Nos encontros de acompanhamento revisamos juntas o que funcionou e o que precisa mudar.
Reconhecer o desequilíbrio já é o primeiro passo. O segundo pode ser uma conversa.